quinta-feira, 19 de março de 2009

Curtas do Figueira

Com um método um tanto polêmico, o técnico do Figueirense, Roberto Fernandes, adotou um prêmio para o seu elenco. Quem não vem rendento é obrigado a usar um baby doll rosa nos treinamentos. A primeira vítima de Fernandes foi o meio-campista Jairo, que treinou com o vestidinho rosa por cima do uniforme.

São Paulo vence no Uruguai e lidera Grupo 4

Com um gol de Borges aos 39min do primeiro tempo, o São Paulo venceu o Defensor do Uruguai, no estádio Centenário, em Montevidéo, pela Libertadores. Como já era esperado, o time da casa iniciou com muita pressão, levando lances de perigo ao gol de Rogério. O São Paulo, tenso no começo e errando muitos passes, conseguiu se acertar e nos contra-ataques foi abrindo caminho até marcar com Borges, após passe de Jean, que por sinal, fez uma excelente partida. Hernanes também se destacou comandando e fazendo bem a ligação entre o meio-campo e o ataque, e em outros momentos atuando como um meia mais ofensivo.
O Tricolor lidera Grupo 4 com 7 pontos e pode garantir a classificação no próximo dia 9 de abril, no Morumbi, contra o mesmo Defensor.
Força, Tricolor!

Estádios do mundo.

Futebol como o teatro é uma arte. Podemos fazer algumas analogias entre as duas atividades. O diretor teatral é o técnico de futebol, os atores são os jogadores, público é a torcida, o palco é o campo de jogo e o teatro é o estádio.
E com a graça de Deus e muita coragem, conheci alguns dos principais palcos do mundo.
Em 2005, fui à Buenos Aires e Montevidéu curtir merecidas férias. Claro que uma das primeiras medidas foi verificar se haveria alguma partida nas cidades. Com muita sorte, pois o calendário ajudou, fui a La Bombonera, lendário estádio do Boca, e vi a equipe xeneize ganhar de 4 a 0 do Pachuca do México, válido pela Libertadores daquele ano. Tive a oportunidade de assistir também na capital argentina o jogo River Plater x Quilmes pelo campeonato argentino.
Ao chegar à capital uruguaia, prossegui com a mesma rotina de procura louca por uma partida de futebol. E dois dias após curtir as maravilhas uruguaias, como uma bela parrillada, fui ao Estádio Centenário – palco de primeira Copa do Mundo em 1930 – e vi a vitória do Nacional sobre o Rentistas.
Além de conhecer esses históricos palcos, presenciei de perto o estilo argentino e uruguaio das torcidas.
Durante o período em que morei em Londres conheci o Emirates Stadium, campo do Asenal, no amistoso entre Brasil e Suécia. Assisti também a Fulham x Reading pela Premier League, no Craven Cottage, estádio construído em 1896 às margens do rio Tâmisa. Foi uma verdadeira viagem ao passado, quando torcedores compareciam aos gramados de terno, gravata e cartola na cabeça. Viajei dentro e fora da Inglaterra e em Manchester conheci Old Trafford, chamado de Teatro dos Sonhos pelos fãs do Manchester United e o City of Manchester Stadium, estádio da prefeitura da cidade em que o Manchester City - time de Robinho, Elano e Jô - manda seus jogos.
Viajando por outros países europeus, conheci em Barcelona o Camp Nou estádio do Barça e em Berlim fui ao estádio Olímpico, que foi erguido pro Hittler para as olimpíadas de 1936.
Para um apaixonado por futebol como eu, foram experiências magníficas. Atualmente continuo indo ao bom e velho Pacaembu para ver o meu Coringão.
Mas assim que novas oportunidades surgirem vou correndo atrás de estádios que ainda não conheço.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Keirrigol!

Matador, artilheiro, goleador, centro-avante, oportunista, seja lá qual for o adjetivo ou a nomenclatura dada, é impressionante a marca do jogador Keirrisson do Palmeiras.
Nesse início de 2009 o nove do alvi-verde já marcou 16 vezes em 14 jogos. Mas, o que mais me impressiona não são apenas os números e sim a frieza do garoto bom de bola.
Desde o ano passado, quando ainda defendia o Coritiba, o K9 mostra toda intimidade com a bola na rede. São gols de várias maneiras, pé direito ou esquerdo, de dentro ou fora da área, gol de cabeça, gol de falta e penalti ele também já fez.
Como Corintiano poderia dizer que ele é só mais um dos bons jogadores que a cada ano brotam no nosso país, mas é impossível não reconhecer o bom futebol apresentado pelo artilheiro do Brasileirão 2008 e Paulistão 2009.
É uma pena que o técnico da seleção canarinho tenha critérios - (como posso dizer?) - pouco duvidosos em suas convocações. Futebol é momento e hoje não há nenhum centro-avante brasileiro com o faro de gol mais apurado que Keirrisson. Dunga ainda insiste em Adriano! Que desperdício.
Lembro-me que o argentino Sérgio Aguero logo que despontou para o futebol foi chamado para defender sua seleção, e nunca mais saiu de lá.
Só no Brasil existe essa cultura de preparar jogador para atuar na seleção.
O K9 já está mais que pronto, é só dar a amarelinha com o número 9 nas costas e correr pro abraço.

terça-feira, 17 de março de 2009

Polêmica na venda de ingressos.

Como todos os amantes do futebol sabem, domingo tem clássico pelo Paulistão 2009. Corinthians e Santos se enfrentarão pela 15ª rodada do torneio.
Com as duas equipes ainda brigando pela classificação e o atrativo de ver grandes jogadores como Ronaldo Fenômeno pelo Timão e a promessa Neymar do lado santista, a procura de ingressos é muito grande. Tanto que alguns setores não possuem mais entradas.
Mas aqui fica minha indignação com Federeção Paulista de Futebol, Sport Club Corinthians Paulista e porque não Polícia Militar.
Os ingressos para arquibancada, com entrada pelo portão principal, que custam R$ 20 são divididos em dois setores, arquibancada amarela e verde. Pois bem, o setor de arquibancada amarela é "reservado" às torcidas organizadas. Conclusão, ontem dia 16/03 quando esgotado os ingressos para o setor verde, o torcedor comum ficou impedido de adquirir ingressos com valores justo.
Agora a pergunta: Porque o privilégio para torcidas organizadas?
Então quer dizer eu que não sou de torcida organizada fico privado de comprar meu ingresso, porque essas entradas estão destinadas às torcidas?
Que regra é essa? Torcedor uniformizado é mais importate que o torcedor comum?
São questões inexplicáveis do nosso futebol.
Acorda Andrés Sanchez, as torcidas organizadas representam apenas dois ou três por cento da Nação Corintiana!

segunda-feira, 16 de março de 2009

Garfada na macarronada Corintiana

Domingo. Como eu gosto do domingo.
Normalmente nesse dia pego a magrela e saio pedalando por aí. E é o único dia da semana que a cidade permite fazer isso, poucos carros e ônibus nas ruas.
Fui almoçar na minha namorada e voltei logo para casa, louco para assistir meu Coringão. Mas nem devia ter corrido tanto. Eita joguinho ruim.
Essa invencibilidade do Corinthians esconde um futebol medíocre, sem criatividade e que não mete medo em ninguém.
E o 10? Meu Deus! Começo a acreditar que é jogador de série B.
Não faz nada, não cria nada.
No mesmo gramado, mas do lado oposto, o eterno Pé de Anjo. Uh, Marcelinho. Que saudade! Vocês conhecem o Willian Barrichelo? Perde na corrida pra qualquer atacante. Dá medo. Prefiro o Escudero, mesmo com a média de um cartão por jogo.
Gostei mesmo do Dentinho e André Santos que depois de um início irregular estão voltando à boa forma.
Legal foi o juizão que anulou um gol legítimo do alvinegro.
Pelas minhas contabilidades já é o terceiro erro capital contra nós.
Cadê o Milton Neves e seu apito amigo?
Em domingão de macarronada com a família garfaram a vitória Corintiana.

Corinthians x Santos, uma história em preto e branco

No próximo domingo Corinthians e Santos se enfrentarão pela 15ª rodada do Paulistão 2009. Esse é o confronto mais antigo do estado, sendo que a primeira vez que os alvinegros disputaram uma partida foi em 1913.
Os santistas, eternas viúvas do rei Pelé se vangloriam de alguns feitos como, por exemplo, os terríveis 11 anos de invencibilidade frente ao Coringão.
Os Corintianos por sua vez, não se esquecerão nunca da épica vitória por 7 a 1 no Brasileirão de 2005, quando Carlitos Tevez, Rosinei e Nilmar humilharam os caiçaras - e eu estava lá.
Na história do confronto o Corinthians leva ampla vantagem sobre Santos. São 290 jogos, com 116 vitórias Corintianas, 82 empates e apenas 92 vitórias santistas.
Além do maior número de vitórias, o Corinthians também tem seus feitos históricos contra o alvi-negro praiano. Em 1920 em plena Vila Belmiro, o Coringão massacrou o Santos no histórico 11 a 0. E o maior período de invencibilidade do Corinthians em relação ao Santos durou sete anos (13 de junho de 1976 a 31 de junho de 1983).
Contra números não há argumentos. E domingo enfrentaremos um ótimo freguês que desde 1913 só nos proporciona alegrias.
Vai Corinthians!!!!