Escrevi recentemente sobre a violência nos estádios e me deparei com dois artigos muito interessantes nesse Carnaval sobre o tema no jornal "O Estado de São Paulo".
O primeiro foi sobre o direito a um seguro que todo torcedor pode acionar, mas que nunca foi utilizado. Acho importante passarmos essa informação adiante. Veja a matéria: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090221/not_imp327739,0.php.
O outro artigo foi escrito pela Profª Heloísa Reis, Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas de Futebol (GEF) da Faculdade de Educação Física da Unicamp, que relata brevemente a experiência realizada na Espanha: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090222/not_imp328144,0.php.
A socióloga defende uma polícia especializada para os jogos de futebol. Vou além, precisamos de uma polícia especializada, de dirigentes profissionais na frente dos clubes e de um Governo Federal, através do seu Ministério de Esportes, comprometido em modificar as estruturas existentes.
E para finalizar, desanima ver o presidente do Sport Club Corinthians com a camisa da diretoria de determinada torcida organizada nesse Carnaval. No mínimo, dá margens a interpretações de vínculos...
Até a próxima!
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Uma pausa.
Em primeiro lugar devo anunciar que nos próximos 38 dias estarei em férias! Ufa! E, enfim, pude parar para postar. Tenho pensado muito ultimamente nessa palavra: pausa. E só de pronunciá-la sinto uma alegria enorme. Pausa do trabalho, da rotina, das pessoas e, assim, poder então dar espaço pros desejos, pra tudo o que der vontade de fazer. E nos planos de férias, tentarei, no dia 18/03, assistir meu time, São Paulo, mostrar o que é futebol na partida contra o Defensor, em Montevidéu. Quem sabe até posto alguma coisa de lá. Já até peguei umas dicas sobre o Uruguai com meu amigo Paulo, que também escreve por aqui. Quanto a lugares para assistir as partidas aqui em sp, realmente sempre temos dúvidas, o Rogério e eu, sobre onde assistir. Sei que tem um bar na Vila Madalena, o Pabotim, que há muito tempo passava todas as partidas, inclusive as pagas, mas não sei como está agora. Na aclimação tem um bar chamado Pedra Azul que tem um telão bem legal e é bem tranqüilo pra ver os jogos, mas só os abertos, tem um outro bar, na aclimação também, não lembro o nome, mas fica na esquina da rua Lacerda Franco com a Basílio da Cunha, com predominância de palmeirenses, que passa vários jogos também, assistimos Corinthians e Mogi-Mirim lá... Bom, quando tiver mais sugestões de lugares falo pra vcs. Pra não deixar de falar de samba: o desfile da Beija-Flor está bem bonito. Pra não deixar de falar de rock: não percam o show da banda The Unplay, dia 10/04, no bar Fidalga 33. Até mais.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Somos Mesmo Terceiro Mundo...
Estou postando aqui pela primeira vez e gostei muito de saber que terei a companhia do Vinícius para celebrar as vitórias do Sport Club Corinthians Paulista.
Mas queria iniciar com algo que infelizmente, não será muita novidade ao longo do ano: a situação precária do nosso querido futebol brasileiro, de tantas glórias. Infelizmente, levamos para o futebol os nossos problemas políticos e sociais.
Podemos buscar um exemplo de mudança com o país que justamente criou e organizou o futebol. A Inglaterra entre 1980 a 1990 viveu o apogeu do hooliganismo. Hooligans são um fenômeno de torcedores extremamente agressivos, vindos de diferentes classes sociais, interessados em causar sérios danos físicos aos torcedores adversários. Seus ideais são muito semelhantes aos grupos néo-nazistas. Para piorar, os estádios ingleses eram velhos, estavam sucateados. Em um deles, em Sheffield, 1988, morreram dezenas de torcedores esmagados em uma partida entre os times Nottingham Forest e Liverpool. Era o limite! Uma situação semelhante a que vemos no nosso país.
A diferença é que lá, os ingleses não puseram "panos quentes". Era preciso mudar. Criou-se uma comissão formada por diferentes segmentos da sociedade e elaboraram um plano para melhorar as condições dos torcedores nos jogos de futebol e eliminar a ação dos hooligans. Uma das propostas foi terminar com grades e alambrados, pois eles entenderam que se o torcedor entra no estádio já sendo tratado como animal, ele se comportará como um. Parece lógico. E é. Bom, sabemos como essa história acabou: não há mais casos de hooliganismo nos jogos de futebol por diversas outras ações que somadas, foram eficientes e os ingleses, que tem o campeonato mais ric0 do mundo, assistem seus jogos sem alambrados. Público que consome futebol e que se diverte com a finalidade pela qual pagaram. E voltam para suas casas com segurança. Todos lucram: os times, os torcedores, os jogadores, enfim a sociedade do futebol inglês.
O que aconteceu no último domingo no jogo entre o São Pequeno e o Corinthians era previsto: dezenas de torcedores atendidos nos hospitais e depredações no estádio, inclusive por torcedores tricolores. Até quando continuaremos assim? Algum diretor do São Pequeno assumiu a responsabilidade? Trataram os torcedores adversários como inimigos e vândalos, criaram um "gueto" dentro do seu próprio estádio, cercado por vidros, grades e por um muro estreito. A nossa polícia por sua vez, não tem ações preventivas. O Ministério Público entende que a melhor situação são jogos com uma torcida somente. Enfim, caminhamos para a mesmice, para a cultura dos "panos quentes" e soluções bizarras. Os estádios continuarão com seus banheiros imundos, com sua praça de alimentação pobre, com todas as dificuldades de acesso ao deficiente físico, com suas "jaulas", com o policiamento violento, com a precariedade do transporte público. Os jogos acontecerão em horários excelentes para os interesses comerciais das redes de televisão e horrorosos para o torcedor trabalhador. E o Governo Federal e o Ministério do Esporte continuarão de braços cruzados, incompetentes. Claro, a Copa de 2014 onbrigará a "maquiar" a estrutura do futebol brasileiro, mas sabemos como a situação será depois. Por que não começar a mudar agora?
Como torcedor do Corinthians, quero assistir um espetáculo de qualidade, quero ter acesso fácil ao estádio sem ter que ser "esmagado" dentro do transporte público ou dificuldade em estacionar o carro em locais próprios e seguros para isso. Quero me alimentar com boas opções nutritivas, quero entrar em estádios com amplos corredores que facilitem o fluxo de entrada e saída. Quero sentar em uma cadeira limpa, reservada. Quero usar um banheiro limpo. Resumindo, quero ser tratado com respeito pelo meu próprio time, amparado pelo Governo que deve fiscalizar se meus direitos estão sendo concedidos, e não um Governo conivente com a situação precárias que encontramos. E, claro, me alegrar com os gols do Fenômeno em cima dos nossos fregueses e da italianada palestrina.
Para terminar, recomendo para os que querem entender um pouco mais desse fenômeno social que é o futebol, a leitura do excelente livro "A Dança dos Deuses", escrita pelo historiador Hilário Franco Jr. Uma aula de cultura e conhecimento.
Até a próxima!
Mas queria iniciar com algo que infelizmente, não será muita novidade ao longo do ano: a situação precária do nosso querido futebol brasileiro, de tantas glórias. Infelizmente, levamos para o futebol os nossos problemas políticos e sociais.
Podemos buscar um exemplo de mudança com o país que justamente criou e organizou o futebol. A Inglaterra entre 1980 a 1990 viveu o apogeu do hooliganismo. Hooligans são um fenômeno de torcedores extremamente agressivos, vindos de diferentes classes sociais, interessados em causar sérios danos físicos aos torcedores adversários. Seus ideais são muito semelhantes aos grupos néo-nazistas. Para piorar, os estádios ingleses eram velhos, estavam sucateados. Em um deles, em Sheffield, 1988, morreram dezenas de torcedores esmagados em uma partida entre os times Nottingham Forest e Liverpool. Era o limite! Uma situação semelhante a que vemos no nosso país.
A diferença é que lá, os ingleses não puseram "panos quentes". Era preciso mudar. Criou-se uma comissão formada por diferentes segmentos da sociedade e elaboraram um plano para melhorar as condições dos torcedores nos jogos de futebol e eliminar a ação dos hooligans. Uma das propostas foi terminar com grades e alambrados, pois eles entenderam que se o torcedor entra no estádio já sendo tratado como animal, ele se comportará como um. Parece lógico. E é. Bom, sabemos como essa história acabou: não há mais casos de hooliganismo nos jogos de futebol por diversas outras ações que somadas, foram eficientes e os ingleses, que tem o campeonato mais ric0 do mundo, assistem seus jogos sem alambrados. Público que consome futebol e que se diverte com a finalidade pela qual pagaram. E voltam para suas casas com segurança. Todos lucram: os times, os torcedores, os jogadores, enfim a sociedade do futebol inglês.
O que aconteceu no último domingo no jogo entre o São Pequeno e o Corinthians era previsto: dezenas de torcedores atendidos nos hospitais e depredações no estádio, inclusive por torcedores tricolores. Até quando continuaremos assim? Algum diretor do São Pequeno assumiu a responsabilidade? Trataram os torcedores adversários como inimigos e vândalos, criaram um "gueto" dentro do seu próprio estádio, cercado por vidros, grades e por um muro estreito. A nossa polícia por sua vez, não tem ações preventivas. O Ministério Público entende que a melhor situação são jogos com uma torcida somente. Enfim, caminhamos para a mesmice, para a cultura dos "panos quentes" e soluções bizarras. Os estádios continuarão com seus banheiros imundos, com sua praça de alimentação pobre, com todas as dificuldades de acesso ao deficiente físico, com suas "jaulas", com o policiamento violento, com a precariedade do transporte público. Os jogos acontecerão em horários excelentes para os interesses comerciais das redes de televisão e horrorosos para o torcedor trabalhador. E o Governo Federal e o Ministério do Esporte continuarão de braços cruzados, incompetentes. Claro, a Copa de 2014 onbrigará a "maquiar" a estrutura do futebol brasileiro, mas sabemos como a situação será depois. Por que não começar a mudar agora?
Como torcedor do Corinthians, quero assistir um espetáculo de qualidade, quero ter acesso fácil ao estádio sem ter que ser "esmagado" dentro do transporte público ou dificuldade em estacionar o carro em locais próprios e seguros para isso. Quero me alimentar com boas opções nutritivas, quero entrar em estádios com amplos corredores que facilitem o fluxo de entrada e saída. Quero sentar em uma cadeira limpa, reservada. Quero usar um banheiro limpo. Resumindo, quero ser tratado com respeito pelo meu próprio time, amparado pelo Governo que deve fiscalizar se meus direitos estão sendo concedidos, e não um Governo conivente com a situação precárias que encontramos. E, claro, me alegrar com os gols do Fenômeno em cima dos nossos fregueses e da italianada palestrina.
Para terminar, recomendo para os que querem entender um pouco mais desse fenômeno social que é o futebol, a leitura do excelente livro "A Dança dos Deuses", escrita pelo historiador Hilário Franco Jr. Uma aula de cultura e conhecimento.
Até a próxima!
Onde assistir?
Segui a vitória celeste, na histórica estréia de Kléber - dois gols e uma expulsão em 15 min - pela internet. O Cruzeiro estreiou bem na Libertadores, como já vinha fazendo nas últimas edições, jogou mal o primeiro tempo, é verdade. Vai ter problemas com o Kléber se este não se aprumar, mas foi uma ótima estreia. Continuamos 100% (não sei até que ponto isso é bom, mas que é bom dizer isso, ah, é!).
Tive que seguir o jogo pela internet porque estava trabalhando. Mas torcer para um time de outro estado, a menos que você tenha canal Pay per View, não é tarefa fácil quando o assunto é assistir aos jogos. O Fernando, como torcerdor colorado, deve saber o que digo.
Fim de semana passado fui ao Teatro Imprensa assistir a peça Dois Irmãos, baseado no livro homônimo de Milton Hatoum, uma boa dica, tanto a peça quanto o livro. Como cheguei cedo, fui dar uma volta pelo entorno e, na rua de trás, me deparo com um simpático bar chamado Toca da Raposa, o nome não poderia ser por acaso e, na mais clássica tradição mineira, ostentava discreto, o símbolo do Cruzeiro. Pensei que ali eu conseguiria ver os jogos do meu time.
Trago então para esta mesa de discussão o seguinte tema "onde é o melhor lugar para assistir aos jogos dos nossos times?"
Santista de nascimento posso sugerir para Dani o Chopp Santista, em Santos, como um bom lugar para os jogos do Peixe. Como cruzeirense, fico com o Cristal Bar, na Cardoso de Almeida, tem telão, um bom chopp, boas porções e o único lugar que assisti um jogo do Cruzeiro! Ainda não fui à Toca da Raposa, na Bela Vista, mas prometo notícias assim que conseguir ir lá em dia de jogo.
abraços
P.
Tive que seguir o jogo pela internet porque estava trabalhando. Mas torcer para um time de outro estado, a menos que você tenha canal Pay per View, não é tarefa fácil quando o assunto é assistir aos jogos. O Fernando, como torcerdor colorado, deve saber o que digo.
Fim de semana passado fui ao Teatro Imprensa assistir a peça Dois Irmãos, baseado no livro homônimo de Milton Hatoum, uma boa dica, tanto a peça quanto o livro. Como cheguei cedo, fui dar uma volta pelo entorno e, na rua de trás, me deparo com um simpático bar chamado Toca da Raposa, o nome não poderia ser por acaso e, na mais clássica tradição mineira, ostentava discreto, o símbolo do Cruzeiro. Pensei que ali eu conseguiria ver os jogos do meu time.
Trago então para esta mesa de discussão o seguinte tema "onde é o melhor lugar para assistir aos jogos dos nossos times?"
Santista de nascimento posso sugerir para Dani o Chopp Santista, em Santos, como um bom lugar para os jogos do Peixe. Como cruzeirense, fico com o Cristal Bar, na Cardoso de Almeida, tem telão, um bom chopp, boas porções e o único lugar que assisti um jogo do Cruzeiro! Ainda não fui à Toca da Raposa, na Bela Vista, mas prometo notícias assim que conseguir ir lá em dia de jogo.
abraços
P.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Ídolo.
Futebol é a paixão nacional e essa paixão sempre conquistou as torcidas através dos ídolos. Mas com o passar dos anos, a profissionalização dos atletas e a Lei Pelé, hoje é quase impossível apontar quem são os novos ídolos. Com exceção de Palmeiras e São Paulo que ainda possuem em seus goleiros o verdadeiro significado dessa palavra, os clubes brasileiros estão carentes desse tipo de jogador.
Era muito fácil associar o craque ao clube, por exemplo, Ademir da Guia - Palmeiras, Zico - Flamengo, Falcão - Internacional, Reinaldo - Atlético-MG entre outros.
Alguns craques defenderam o Corinthians, fizeram história e ganharam títulos, de Ronaldo (goleiro) à Tevez - talvez nosso último ídolo - alguns jogadores deixaram saudades à Fiel.
Mas para mim e muitos corintianos fica fácil apontar o craque, o verdadeiro ídolo. Trata-se de José Ferreira Neto, ou simplesmente NETO.
Vindo do Palmeiras em 1989, numa troca conturbada com Ribamar, o xodó da Fiel fez história.
Canhoto e exímio cobrador de faltas, Neto marcou época no Corinthians. Em 1990 levou o Timão nas costas e conquistou o primeiro título nacional do alvinegro.
Além dessa façanha, Neto era raça pura e um grande corintiano.
Infelizmente parou de jogar cedo demais, mas seus pouco mais de três anos defendendo o Coringão foram o bastante para que a Fiel jamais o esquecesse.
Segue abaixo algumas pinturas do ETERNO XODÓ DA FIEL!
http://www.youtube.com/watch?v=rDNx0OSyAt4
Era muito fácil associar o craque ao clube, por exemplo, Ademir da Guia - Palmeiras, Zico - Flamengo, Falcão - Internacional, Reinaldo - Atlético-MG entre outros.
Alguns craques defenderam o Corinthians, fizeram história e ganharam títulos, de Ronaldo (goleiro) à Tevez - talvez nosso último ídolo - alguns jogadores deixaram saudades à Fiel.
Mas para mim e muitos corintianos fica fácil apontar o craque, o verdadeiro ídolo. Trata-se de José Ferreira Neto, ou simplesmente NETO.
Vindo do Palmeiras em 1989, numa troca conturbada com Ribamar, o xodó da Fiel fez história.
Canhoto e exímio cobrador de faltas, Neto marcou época no Corinthians. Em 1990 levou o Timão nas costas e conquistou o primeiro título nacional do alvinegro.
Além dessa façanha, Neto era raça pura e um grande corintiano.
Infelizmente parou de jogar cedo demais, mas seus pouco mais de três anos defendendo o Coringão foram o bastante para que a Fiel jamais o esquecesse.
Segue abaixo algumas pinturas do ETERNO XODÓ DA FIEL!
http://www.youtube.com/watch?v=rDNx0OSyAt4
Cartola na Cultura
O documentário musical Mosaicos – A Arte de Cartola mistura imagens de arquivo com gravações inéditas, e traz as participações dos artistas Leci Brandão, Dudu Nobre, Teresa Cristina, Miguel dos Anjos e da pesquisadora Marília Trindade Barboza, biógrafa do sambista. O programa recupera no acervo da TV Cultura diversas participações do homenageado em programas históricos da emissora, como MPB Especial, (1973 e 1974), Panorama (1976), MPB Histórias (TV Tupi, 1976) e Vox Populi (1979). E ainda apresenta cenas do filme Ganga Zumba, dirigido pelo cineasta Cacá Diegues, em 1964, no qual Cartola aparece como ator. Entre as principais músicas de sua obra estão As Rosas Não Falam, O Mundo É um Moinho, O Sol Nascerá (com Elton Medeiros), Quem Me Vê Sorrindo (com Carlos Cachaça) e Alvorada (com Carlos Cachaça e Hermínio Bello de Carvalho).
O programa vai ao ar no domingo, dia 22/02, às 20h30, na TV Cultura.
Fonte: http://www.tvcultura.com.br
O programa vai ao ar no domingo, dia 22/02, às 20h30, na TV Cultura.
Fonte: http://www.tvcultura.com.br
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Dura missão...
O Wagner Mancini terá que "tirar leite de pedra" para arrumar o elenco do Santos.
O pior é o elenco dividido, tanto que Fabio Costa e Fabiano Eller saíram na mão no intervalo do fatídico jogo contra o Marília.
Elenco rachado com certeza é pior do que não ter muitas peças de reposição para o treinador.
Geralmente os times que tem baixa qualidade técnica se valem desta máxima para conseguirem superar as suas dificuldades...
Este vai ser o grande 1º desafio do Wagner Mancini.
Sei que precisaremos de muitas mudanças, a nossa sorte é que mesmo o Santos não jogando nada ainda esta em 5º lugar neste Paulista.
O pior é o elenco dividido, tanto que Fabio Costa e Fabiano Eller saíram na mão no intervalo do fatídico jogo contra o Marília.
Elenco rachado com certeza é pior do que não ter muitas peças de reposição para o treinador.
Geralmente os times que tem baixa qualidade técnica se valem desta máxima para conseguirem superar as suas dificuldades...
Este vai ser o grande 1º desafio do Wagner Mancini.
Sei que precisaremos de muitas mudanças, a nossa sorte é que mesmo o Santos não jogando nada ainda esta em 5º lugar neste Paulista.
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