Grêmio ou Cruzeiro estará na final do torneio sulamericano e enfrentará o vencedor do confronto entre Estudiantes (ARG) e Nacional (URU)
Ontem foram definidos os outros dois semifinalistas da Libertadores 2009. Cruzeiro e Estudiantes se juntam a Nacional e Grêmio na busca pela conquista da América.
A equipe argentina, que já havia ganhado fora de casa, confirmou o favoritismo e repetiu o placar de 1 a 0 diante dos uruguaios do Defensor.
O Cruzeiro veio a São Paulo e despachou os são-bambinos vencendo por 2 a 0.
A primeira partida do confronto entre mineiros e gaúchos será em Belo Horizonte. O Grêmio decide em casa.
Qualquer equipe que for para a final brigará pelo terceiro título do torneio. O Cruzeiro foi campeão em 1977 e 1997. O Grêmio em 1983 e 1995.
Na outra semifinal, um duelo de tri campeões.
O Nacional conquistou a Libertadores de 1971, 1980 e 1988. O Estudiantes levou em 1968, 1969 e 1970.
Tomara que os gringos levem novamente o campeonato.
Aqui no Brasil é só Corinthians, não torço para nenhum outro clube brasileiro, em qualquer circunstância.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Bendito gol fora de casa
Corinthians, Grêmio, Nacional (URU) e Barcelona (ESP) se classificaram para a próxima fase das competições que disputavam graças ao gol qualificado
O futebol não é o esporte dos justos. Quantas e quantas vezes vimos nosso time atacar mais, ter maior posse de bola, levar mais perigo ao gol adversário e mesmo assim perder?
Futebol é resultado. Mas, uma regra criada na liga dos clubes europeus, a chamada Champions League, vem mudando essa máxima.
É o gol qualificado. Ou no popular, gol fora de casa.
Para quem não sabe como funciona, tentarei explicar.
Seu time joga em casa e ganha por 2 a 1. Na partida seguinte, na casa do adversário, perde por 1 a 0. Tchau amigo, você e seu clube estão desclassificados. Aí você me pergunta porque. Na soma dos dois jogos fizemos 2 gols e levamos 2 gols também, tudo igual. Nessa hora entra o critério do gol qualificado. O gol do time visitante tem um valor maior. Podemos dizer que um gol fora de casa vale por dois.
Nos últimos dias alguns times se aproveitaram dessa regra e se classificaram para a próxima fase nas competições que disputam. O Barcelona empatou com o Chelsea em 0 a 0 no seu estádio, e em Londres arrancou 1 a 1. Bye-bye Chelsea. O mesmo aconteceu com o Corinthians frente ao Vasco pela Copa do Brasil. Ontem, Grêmio e Nacional (URU) foram beneficiados pelo gol fora de casa e eliminaram Caracas (VEN) e Palmeiras, respectivamente.
Esse artifício foi inventado pela FIFA para diminuir a possibilidade de decisão nas cobranças de pênaltis. Para decidir uma vaga nas penalidades só com resultados exatamente iguais.
Ano passado o Corinthians perdeu a decisão da Copa do Brasil para o Sport pelo regulamento. Ganhou em casa de 3 a 1 e perdeu no Recife por 2 a 0.
Coisas do futebol.
O futebol não é o esporte dos justos. Quantas e quantas vezes vimos nosso time atacar mais, ter maior posse de bola, levar mais perigo ao gol adversário e mesmo assim perder?
Futebol é resultado. Mas, uma regra criada na liga dos clubes europeus, a chamada Champions League, vem mudando essa máxima.
É o gol qualificado. Ou no popular, gol fora de casa.
Para quem não sabe como funciona, tentarei explicar.
Seu time joga em casa e ganha por 2 a 1. Na partida seguinte, na casa do adversário, perde por 1 a 0. Tchau amigo, você e seu clube estão desclassificados. Aí você me pergunta porque. Na soma dos dois jogos fizemos 2 gols e levamos 2 gols também, tudo igual. Nessa hora entra o critério do gol qualificado. O gol do time visitante tem um valor maior. Podemos dizer que um gol fora de casa vale por dois.
Nos últimos dias alguns times se aproveitaram dessa regra e se classificaram para a próxima fase nas competições que disputam. O Barcelona empatou com o Chelsea em 0 a 0 no seu estádio, e em Londres arrancou 1 a 1. Bye-bye Chelsea. O mesmo aconteceu com o Corinthians frente ao Vasco pela Copa do Brasil. Ontem, Grêmio e Nacional (URU) foram beneficiados pelo gol fora de casa e eliminaram Caracas (VEN) e Palmeiras, respectivamente.
Esse artifício foi inventado pela FIFA para diminuir a possibilidade de decisão nas cobranças de pênaltis. Para decidir uma vaga nas penalidades só com resultados exatamente iguais.
Ano passado o Corinthians perdeu a decisão da Copa do Brasil para o Sport pelo regulamento. Ganhou em casa de 3 a 1 e perdeu no Recife por 2 a 0.
Coisas do futebol.
Uma partida digna de final
Num jogo eletrizante, Corinthians e Inter criaram muitas oportunidades de gol e mostraram porquê chegaram a final. Melhor para o Corinthians que ganhou por 2 a 0
Num Pacaembu completamente lotado, Corinthians e Inter escreveram o primeiro capítulo da decisão da Copa do Brasil. A equipe alvinegra quase marcou aos 5 minutos, numa cabeçada do zagueiro Chicão, interceptada pelos defensores gauchos.
O Inter, que tem um belo elenco, criou diversas oportunidades. Andrezinho e Taison deram muito trabalho à defesa corintiana. O jogo seguia com diversas chances para ambos os lados. Aos 30 da primeira etapa, o atacante J. Henrique recebeu a bola no meio, avançou e tocou na esquerda para Marcelo Oliveira. O lateral fez boa jogada de linha de fundo e rolou para trás, J. Henrique que iniciou o lance, concluiu para as redes. Corinthians 1 a 0. Nesse momento o Pacaembu explodia. A Fiel que mais uma vez compareceu em peso não parava de gritar um minuto.
Felipe também foi fundamental para a vitória. Praticou quatro dificeis defesas e garantiu o zero no placar do lado colorado.
Na segunda etapa as equipes voltaram sem mudanças. Numa jogada rápida de Elias, Ronaldo foi lançado do lado direito, olhou para o meio da área, deu um corte no zagueiro Índio e concluiu.
Festa nas arquibancadas e 2 a 0 no placar.
Até o final do jogo as equipes tiveram boas oportunidades, mas o resultado não foi alterado. O centro avante Leandrão ainda arrumou tempo para ser expulso. Em 30 minutos em campo, cometeu duas faltas e foi pro chuveiro mais cedo.
A decisão ficou para o dia 1º de julho, no estádio Beira Rio, em Porto Alegre.
O Corinthians sagra-se campeão com qualquer empate, derrota por um gol de diferença, ou derrota por dois gols de diferença, desde que marque um.
Um grande passo foi dado, mas o respeito e o bom futebol apresentado pelo Internacional não nos dá o direito que dizer que o título está ganho.
O Corinthians tem ótimos jogadores e um técnico sério e trabalhor. Resta fazer a lição de casa e sair de Porto Alegre novamente com a taça na mão. Como em 1995.
Vai Corinthians!
Num Pacaembu completamente lotado, Corinthians e Inter escreveram o primeiro capítulo da decisão da Copa do Brasil. A equipe alvinegra quase marcou aos 5 minutos, numa cabeçada do zagueiro Chicão, interceptada pelos defensores gauchos.
O Inter, que tem um belo elenco, criou diversas oportunidades. Andrezinho e Taison deram muito trabalho à defesa corintiana. O jogo seguia com diversas chances para ambos os lados. Aos 30 da primeira etapa, o atacante J. Henrique recebeu a bola no meio, avançou e tocou na esquerda para Marcelo Oliveira. O lateral fez boa jogada de linha de fundo e rolou para trás, J. Henrique que iniciou o lance, concluiu para as redes. Corinthians 1 a 0. Nesse momento o Pacaembu explodia. A Fiel que mais uma vez compareceu em peso não parava de gritar um minuto.
Felipe também foi fundamental para a vitória. Praticou quatro dificeis defesas e garantiu o zero no placar do lado colorado.
Na segunda etapa as equipes voltaram sem mudanças. Numa jogada rápida de Elias, Ronaldo foi lançado do lado direito, olhou para o meio da área, deu um corte no zagueiro Índio e concluiu.
Festa nas arquibancadas e 2 a 0 no placar.
Até o final do jogo as equipes tiveram boas oportunidades, mas o resultado não foi alterado. O centro avante Leandrão ainda arrumou tempo para ser expulso. Em 30 minutos em campo, cometeu duas faltas e foi pro chuveiro mais cedo.
A decisão ficou para o dia 1º de julho, no estádio Beira Rio, em Porto Alegre.
O Corinthians sagra-se campeão com qualquer empate, derrota por um gol de diferença, ou derrota por dois gols de diferença, desde que marque um.
Um grande passo foi dado, mas o respeito e o bom futebol apresentado pelo Internacional não nos dá o direito que dizer que o título está ganho.
O Corinthians tem ótimos jogadores e um técnico sério e trabalhor. Resta fazer a lição de casa e sair de Porto Alegre novamente com a taça na mão. Como em 1995.
Vai Corinthians!
Não há nada igual a Fiel
Festa, estádios lotados, apoio incessante duranta os 90 minutos. Todos sabem da força da Fiel torcida, mas ontem no Pacaembu a vibração foi insuperável. Há tempos não acompanha um jogo com tamanha emoção.
Valeu Fiel torcida, mais uma vez inflamamos o Pacaembu pra apoiar o que nos é mais importante na vida. Salve o Corinthians!

Valeu Fiel torcida, mais uma vez inflamamos o Pacaembu pra apoiar o que nos é mais importante na vida. Salve o Corinthians!
Nacional de Uruguay
Uma história de amor que começou em 2005. Nossos irmãos uruguaios mandaram a porcada de volta pra casa. Viva Nacional!!!!
Que alegría que alegría, ole ole ola, vamos bolso todavía que estás para ganar. Con esta banda loca, que es puro descontrol, que viene a ver al bolso, lo quiere ver campeón. El día que me muera, escrito en mi cajón, de rojo, azúl y blanco, como mi corazón!
En el barrio La Blanqueada hay una banda loca muy descontrolada, es la barra de los bolsos, la que se la banca con cualquier hinchada...y vamos los bolsos, ponga un poco mas de huevo, y vamos los bolsos, vamos a salir primeros!
Que alegría que alegría, ole ole ola, vamos bolso todavía que estás para ganar. Con esta banda loca, que es puro descontrol, que viene a ver al bolso, lo quiere ver campeón. El día que me muera, escrito en mi cajón, de rojo, azúl y blanco, como mi corazón!
En el barrio La Blanqueada hay una banda loca muy descontrolada, es la barra de los bolsos, la que se la banca con cualquier hinchada...y vamos los bolsos, ponga un poco mas de huevo, y vamos los bolsos, vamos a salir primeros!
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Hoje começa a decisão
Corinthians e Internacional disputam a primeira final da Copa do Brasil 2009.
Dois dos times mais balados do ano iniciam hoje o confronto para assegurar uma vaga na Libertadores de 2010. Internacional, campeão gaúcho invicto e Corinthians, campeão paulista também de forma invicta se enfrentarão no Pacaembu, às 21h50.
Os gaúchos chegam a São Paulo com o favoritismo, pelo menos por grande parte da imprensa. Estão desfalcados de quatro titulares. Nilmar e Kléber na seleção, Bolívar suspensa pelo terceiro cartão amarelo e D´alessandro machucado. O Corinthians vem quase completo. Só André Santos, que também serve a seleção não atuará.
Uma final que todos já esperavam desde o ano passado. Mas o Sport não deixou que o confronto acontecesse em 2008. Eliminou o Inter nas quartas de final e depois foi campeão em cima do Corinthians.
As duas equipes se enfrentaram algumas vezes em decisões. Os colorados levam ligeira vantagem. Em 1976 foram campeões brasileiros sobre o Corinthians. Em 1992, na mesma Copa do Brasil golearam o Coringão em pleno Pacaembu por 4 a 0, seguiram na competição e foram campões.
Porém, a rivalidade esquentou mesmo em 2005. Numa atituade tomada pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva, 11 jogos apitados pelo árbitro Edilson Pereira de Carvalho foram anulados. Com a repetição das partidas o Corinthians conquistou mais quatro pontos e sagrou-se campeão Brasileiro daquele ano. Os gaúchos reclamaram da decisão, mas, a choradeira veio mesmo no confronto entre as equipes, onde o juiz Márcio Resende de Freitas, num lance entre Tinga (Inter) e Fábio Costa (Corinthians) expulsou o jogador colorado. Na jogada Fábio Costa fez pênalti, Márcio Resende interpretou que o jogador do Inter simulou uma queda e o expulsou.
O troco colorado veio em 2007. Os gaúchos entregaram o jogo para o Goiás na última partida do Brasileirão. Corinthians e Goiás brigavam para não cair para a série B. No jogo dos colorados o juiz mandou repetir uma cobrança de pênalti duas vezes. Só na terceira tentativa, quando a bola entrou, o juiz seguiu com a partida. O Coringão que empatou com o Grêmio acabou rebaixado.
Dois grandes times em uma grande final.
Que vença o melhor, desde que o melhor seja o CORINTHIANS!
Dois dos times mais balados do ano iniciam hoje o confronto para assegurar uma vaga na Libertadores de 2010. Internacional, campeão gaúcho invicto e Corinthians, campeão paulista também de forma invicta se enfrentarão no Pacaembu, às 21h50.
Os gaúchos chegam a São Paulo com o favoritismo, pelo menos por grande parte da imprensa. Estão desfalcados de quatro titulares. Nilmar e Kléber na seleção, Bolívar suspensa pelo terceiro cartão amarelo e D´alessandro machucado. O Corinthians vem quase completo. Só André Santos, que também serve a seleção não atuará.
Uma final que todos já esperavam desde o ano passado. Mas o Sport não deixou que o confronto acontecesse em 2008. Eliminou o Inter nas quartas de final e depois foi campeão em cima do Corinthians.
As duas equipes se enfrentaram algumas vezes em decisões. Os colorados levam ligeira vantagem. Em 1976 foram campeões brasileiros sobre o Corinthians. Em 1992, na mesma Copa do Brasil golearam o Coringão em pleno Pacaembu por 4 a 0, seguiram na competição e foram campões.
Porém, a rivalidade esquentou mesmo em 2005. Numa atituade tomada pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva, 11 jogos apitados pelo árbitro Edilson Pereira de Carvalho foram anulados. Com a repetição das partidas o Corinthians conquistou mais quatro pontos e sagrou-se campeão Brasileiro daquele ano. Os gaúchos reclamaram da decisão, mas, a choradeira veio mesmo no confronto entre as equipes, onde o juiz Márcio Resende de Freitas, num lance entre Tinga (Inter) e Fábio Costa (Corinthians) expulsou o jogador colorado. Na jogada Fábio Costa fez pênalti, Márcio Resende interpretou que o jogador do Inter simulou uma queda e o expulsou.
O troco colorado veio em 2007. Os gaúchos entregaram o jogo para o Goiás na última partida do Brasileirão. Corinthians e Goiás brigavam para não cair para a série B. No jogo dos colorados o juiz mandou repetir uma cobrança de pênalti duas vezes. Só na terceira tentativa, quando a bola entrou, o juiz seguiu com a partida. O Coringão que empatou com o Grêmio acabou rebaixado.
Dois grandes times em uma grande final.
Que vença o melhor, desde que o melhor seja o CORINTHIANS!
terça-feira, 16 de junho de 2009
Seleção vence a primeira
Numa partida eletrizante os egípicios mostraram que não são bobos e quase arrancam um empate contra o Brasil
Copa das Confederações. Em campo o poderoso Brasil, pentacampeão mundial, uma fábrica de craques, enfim a potência do futebol. Do outro lado o Egito, um gigante somente na África, continente que dominou na última competição.
Quem duvidaria de uma vitória fácil dos brasileiros? Um tal de Zidan. Calma ele não é francês. Apesar de ter no nome apenas um e a menos que o carrasco brasileiro de 1998, o atacante egípicio, que joga na Alemanha, deu trabalho ao time de Dunga.
O jogo começou a todo vapor. Aos quatro minutos Kaká recebeu bom cruzamento de Daniel Alves e com toda sua habilidade chapelou o primeiro zagueiro, driblou o segundo com o bico da chuteira e quando o goleiro saiu fez o gol.
Cinco minutos mais tarde, a equipe africana, que passeou pela Av. Kléber, fez boa jogada e o cruzamento da esquerda encontrou o centroavante Zidan. Menos de 10 minutos de jogo e o placar apontava 1 a 1.
Daí o Brasil fez mais dois. Com cruzamentos do pé calibradíssimo de Elano, Luís Fabiano fez 2 a 1, e Juan ampliou. Tudo seguia normal. No primeiro tempo vitória de 3 a 1.
Segudo tempo começa e o Brasil toma um susto. Na verdade foram dois. Em dois ataques rápidos e envolventes o Egito empata a partida. Um dos gols feito por Zidan.
O Brasil pressionava mas não conseguia furar o bloqueio egípicio. O jogo se encaminhava para um empate catastrófico, quando aos 45 do segundo tempo o zagueiro Lúcio pegou o rebote de um cruzamento e chutou, o zagueiro do Egito tirou a bola com a mão. Pênalti claro. O juizão marcou, Kaká pegou a bola e conferiu. Ufa! Vitória suada por 4 a 3. Na próxima quinta a seleção enfrenta os EUA, que perderam para a Itália por 3 a 1.
Pra frente Brasil!
Copa das Confederações. Em campo o poderoso Brasil, pentacampeão mundial, uma fábrica de craques, enfim a potência do futebol. Do outro lado o Egito, um gigante somente na África, continente que dominou na última competição.
Quem duvidaria de uma vitória fácil dos brasileiros? Um tal de Zidan. Calma ele não é francês. Apesar de ter no nome apenas um e a menos que o carrasco brasileiro de 1998, o atacante egípicio, que joga na Alemanha, deu trabalho ao time de Dunga.
O jogo começou a todo vapor. Aos quatro minutos Kaká recebeu bom cruzamento de Daniel Alves e com toda sua habilidade chapelou o primeiro zagueiro, driblou o segundo com o bico da chuteira e quando o goleiro saiu fez o gol.
Cinco minutos mais tarde, a equipe africana, que passeou pela Av. Kléber, fez boa jogada e o cruzamento da esquerda encontrou o centroavante Zidan. Menos de 10 minutos de jogo e o placar apontava 1 a 1.
Daí o Brasil fez mais dois. Com cruzamentos do pé calibradíssimo de Elano, Luís Fabiano fez 2 a 1, e Juan ampliou. Tudo seguia normal. No primeiro tempo vitória de 3 a 1.
Segudo tempo começa e o Brasil toma um susto. Na verdade foram dois. Em dois ataques rápidos e envolventes o Egito empata a partida. Um dos gols feito por Zidan.
O Brasil pressionava mas não conseguia furar o bloqueio egípicio. O jogo se encaminhava para um empate catastrófico, quando aos 45 do segundo tempo o zagueiro Lúcio pegou o rebote de um cruzamento e chutou, o zagueiro do Egito tirou a bola com a mão. Pênalti claro. O juizão marcou, Kaká pegou a bola e conferiu. Ufa! Vitória suada por 4 a 3. Na próxima quinta a seleção enfrenta os EUA, que perderam para a Itália por 3 a 1.
Pra frente Brasil!
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