Futebol é a paixão nacional e essa paixão sempre conquistou as torcidas através dos ídolos. Mas com o passar dos anos, a profissionalização dos atletas e a Lei Pelé, hoje é quase impossível apontar quem são os novos ídolos. Com exceção de Palmeiras e São Paulo que ainda possuem em seus goleiros o verdadeiro significado dessa palavra, os clubes brasileiros estão carentes desse tipo de jogador.
Era muito fácil associar o craque ao clube, por exemplo, Ademir da Guia - Palmeiras, Zico - Flamengo, Falcão - Internacional, Reinaldo - Atlético-MG entre outros.
Alguns craques defenderam o Corinthians, fizeram história e ganharam títulos, de Ronaldo (goleiro) à Tevez - talvez nosso último ídolo - alguns jogadores deixaram saudades à Fiel.
Mas para mim e muitos corintianos fica fácil apontar o craque, o verdadeiro ídolo. Trata-se de José Ferreira Neto, ou simplesmente NETO.
Vindo do Palmeiras em 1989, numa troca conturbada com Ribamar, o xodó da Fiel fez história.
Canhoto e exímio cobrador de faltas, Neto marcou época no Corinthians. Em 1990 levou o Timão nas costas e conquistou o primeiro título nacional do alvinegro.
Além dessa façanha, Neto era raça pura e um grande corintiano.
Infelizmente parou de jogar cedo demais, mas seus pouco mais de três anos defendendo o Coringão foram o bastante para que a Fiel jamais o esquecesse.
Segue abaixo algumas pinturas do ETERNO XODÓ DA FIEL!
http://www.youtube.com/watch?v=rDNx0OSyAt4
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Cartola na Cultura
O documentário musical Mosaicos – A Arte de Cartola mistura imagens de arquivo com gravações inéditas, e traz as participações dos artistas Leci Brandão, Dudu Nobre, Teresa Cristina, Miguel dos Anjos e da pesquisadora Marília Trindade Barboza, biógrafa do sambista. O programa recupera no acervo da TV Cultura diversas participações do homenageado em programas históricos da emissora, como MPB Especial, (1973 e 1974), Panorama (1976), MPB Histórias (TV Tupi, 1976) e Vox Populi (1979). E ainda apresenta cenas do filme Ganga Zumba, dirigido pelo cineasta Cacá Diegues, em 1964, no qual Cartola aparece como ator. Entre as principais músicas de sua obra estão As Rosas Não Falam, O Mundo É um Moinho, O Sol Nascerá (com Elton Medeiros), Quem Me Vê Sorrindo (com Carlos Cachaça) e Alvorada (com Carlos Cachaça e Hermínio Bello de Carvalho).
O programa vai ao ar no domingo, dia 22/02, às 20h30, na TV Cultura.
Fonte: http://www.tvcultura.com.br
O programa vai ao ar no domingo, dia 22/02, às 20h30, na TV Cultura.
Fonte: http://www.tvcultura.com.br
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Dura missão...
O Wagner Mancini terá que "tirar leite de pedra" para arrumar o elenco do Santos.
O pior é o elenco dividido, tanto que Fabio Costa e Fabiano Eller saíram na mão no intervalo do fatídico jogo contra o Marília.
Elenco rachado com certeza é pior do que não ter muitas peças de reposição para o treinador.
Geralmente os times que tem baixa qualidade técnica se valem desta máxima para conseguirem superar as suas dificuldades...
Este vai ser o grande 1º desafio do Wagner Mancini.
Sei que precisaremos de muitas mudanças, a nossa sorte é que mesmo o Santos não jogando nada ainda esta em 5º lugar neste Paulista.
O pior é o elenco dividido, tanto que Fabio Costa e Fabiano Eller saíram na mão no intervalo do fatídico jogo contra o Marília.
Elenco rachado com certeza é pior do que não ter muitas peças de reposição para o treinador.
Geralmente os times que tem baixa qualidade técnica se valem desta máxima para conseguirem superar as suas dificuldades...
Este vai ser o grande 1º desafio do Wagner Mancini.
Sei que precisaremos de muitas mudanças, a nossa sorte é que mesmo o Santos não jogando nada ainda esta em 5º lugar neste Paulista.
Enquanto o São Paulo se estapeia com o Corinthians, meu Palmeiras glorioso vai se preparando, preparando.... Ano passado nosso técnico disse: "O projeto é de 2 anos, não temos nada imediato" e vencemos o Paulista. Este ano, pelo que está se desenhando, o bi estadual é nosso. E, na Libertadores, grupo da morte. Foi assim também em 99.
... Lembram-se do que aconteceu?
Santo Terrão.
Entra ano, sai ano, o Corinthians monta seu esquadrão para os campeonatos a serem disputados. Claro que nem todas as constratações que chegam dão certo, alguns se adaptam facilmente ao Parque São Jorge, outros vão embora sem deixar saudades.
A certeza é que algum garoto do Terrão vai subir e ajudar o Corinthians. Desde a época de Rivelino é assim. O Corinthians é o maior campeão da Taça São Paulo de Futebol Junior e com certeza a maior fábrica de jogadores do Brasil. Sem me esforçar, busco alguns nomes que saíram do Terrão, brilharam no Corinthians e seguiram suas carreiras. Eis alguns nomes: Wladimir, Viola, Ronaldo, Marcelo, Silvinho, Everton, Edu, Gil, Julio Cesar, Rosinei, Jô, Elton e vários outros que não me recordo agora.
Em 2009 a escrita se mantém viva. O meia-atacante Boquita, um dos destaques do título da Copinha desse ano chegou aos profissionais e parece que a titularidade é questão de tempo.
Entrou contra o Mogi e fez seu primeiro gol como profissional. No clássico contra o são-paulo, deu o passe para o golaço de André Santos.
No Corinthians é assim, o craque se faz em casa. E é em casa que desde pequeno o garoto aprende o que é o Corinthians e o que representa essa camisa. São mais de 35 milhões de loucos torcendo pelo Coringão.
Um recado ao Mano Menezes. Ao invés de contratar atacantes desastrasos, caso do Souza, olhe com carinho para a base. Eles estão lá prontos e com sede de vitória.
Graças ao Santo Terrão!
A certeza é que algum garoto do Terrão vai subir e ajudar o Corinthians. Desde a época de Rivelino é assim. O Corinthians é o maior campeão da Taça São Paulo de Futebol Junior e com certeza a maior fábrica de jogadores do Brasil. Sem me esforçar, busco alguns nomes que saíram do Terrão, brilharam no Corinthians e seguiram suas carreiras. Eis alguns nomes: Wladimir, Viola, Ronaldo, Marcelo, Silvinho, Everton, Edu, Gil, Julio Cesar, Rosinei, Jô, Elton e vários outros que não me recordo agora.
Em 2009 a escrita se mantém viva. O meia-atacante Boquita, um dos destaques do título da Copinha desse ano chegou aos profissionais e parece que a titularidade é questão de tempo.
Entrou contra o Mogi e fez seu primeiro gol como profissional. No clássico contra o são-paulo, deu o passe para o golaço de André Santos.No Corinthians é assim, o craque se faz em casa. E é em casa que desde pequeno o garoto aprende o que é o Corinthians e o que representa essa camisa. São mais de 35 milhões de loucos torcendo pelo Coringão.
Um recado ao Mano Menezes. Ao invés de contratar atacantes desastrasos, caso do Souza, olhe com carinho para a base. Eles estão lá prontos e com sede de vitória.
Graças ao Santo Terrão!
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Aviso aos desinformados
Ontem no estádio a criativa torcida são-paulina (que não lotou o Morumbambi e que no estádio diz "Corinthians" mais que a própria Fiel) cantava.
"Ôôô, nosso freguês voltou".
Creio que eles estejam mal informados. Mas como esse blog também elucida, seguem os números.
103 - vitórias Corintianas
90 - empates
87 - vitórias são-paulina
Talvez em 2025 os são-paulinos possam cantar isso novamente.
Nada pessoal, só pra esclarecer.
"Ôôô, nosso freguês voltou".
Creio que eles estejam mal informados. Mas como esse blog também elucida, seguem os números.
103 - vitórias Corintianas
90 - empates
87 - vitórias são-paulina
Talvez em 2025 os são-paulinos possam cantar isso novamente.
Nada pessoal, só pra esclarecer.
Clássico trágico.
Ontem no Morumbi Corinthians e São Paulo ficaram no empate em 1 a 1. Uma partida sem grandes emoções, com excessão dos dois gols e muitos cartões.
Um público de quase 34 mil pessoas, arbitragem regular, com algumas faltas e cartões discutíveis, mas nada que alterasse o placar final. Foi justo.
Triste é ver o que acontece em todos os clássicos em São Paulo. Uma mistura de vandalismo, despreparo, impunidade e falta de inteligência.
Crédito das fotos: Lamarck Agostinho dos Santos, Corintiano e colaborador.
Um público de quase 34 mil pessoas, arbitragem regular, com algumas faltas e cartões discutíveis, mas nada que alterasse o placar final. Foi justo.
Triste é ver o que acontece em todos os clássicos em São Paulo. Uma mistura de vandalismo, despreparo, impunidade e falta de inteligência.
O vandalismo é claro fica por conta de torcedores que vão ao estádio com o único objetivo de arrumar confusão. Muitos ficam na porta do estádio sem ingresso, atazanando a vida de quem quer ir ao campo apenas para ver a partida.
A impunidade dessa desastrosa receita, faz parte da nossa justiça - se é que ela existe - que pune entidades ao invés de punir pessoas. Não adianta fechar torcida organizada e liberar a entrada de cidadãos que só tumultuam nosso futebol.
O despreparo é da polícia. Ontem no Morumbi havia mulheres e crianças no meio da confusão, e nem por isso os homens que tem comida na mesa às custas do meu e do seu imposto e que somente por esse motivo deveriam nos tratar como seres humanos se importaram com a situação, e lançaram no mínimo três bombas de gás lacrimogêneo e atiraram balas de borracha na multidão. 
Com todo aquele cenário de guerra - só pra lembrar, era apenas uma partida de futebol - muitos torcedores voltaram correndo para as arquibancadas pisoteando outros torcedores que estavam atrás acompanhando a boiada na saída do estádio, depois de terem esperado mais de 40 minutos sob forte chuva. A falta de inteligência cabe aos dirigentes dos dois clubes que sabem da rivalidade das torcidas e nem por isso se preocuparam em minimizar o assunto, pelo contrário, trocaram farpas durante toda a semana e só inflamaram os nervos daqueles vândalos que disse anteriormente, que arrumam confusão até em baile da saudade, imagine num clássico. Repudio seguidores do Flávio Prado, que diz que quem vai a jogos de dois grandes clubes, o chamado clássico é idiota, burro ou adjetivos que esse jornalista adora utilizar. Eu não sou burro e nem idiota, sou apenas um Corintiano que amo meu clube e tenho o prazer de vê-lo jogar nos estádios. Chego uma hora antes, como meu pernil, assisto ao jogo e vou embora pra casa, ganhando ou perdendo.
Quem tem que sair dos campos são os marginais (uniformizados ou não), a polícia despreparada e os dirigentes que ascendem o pavio nas arquibancadas e depois assistem aos jogos nos camarotes cheios de seguranças. Estão acabando com o que existe de mais belo no nosso futebol, o torcedor.
Quem tem que sair dos campos são os marginais (uniformizados ou não), a polícia despreparada e os dirigentes que ascendem o pavio nas arquibancadas e depois assistem aos jogos nos camarotes cheios de seguranças. Estão acabando com o que existe de mais belo no nosso futebol, o torcedor.
Crédito das fotos: Lamarck Agostinho dos Santos, Corintiano e colaborador.
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